Amarelo

Arlete Mendes– Acordei macambúzia naquele dia nublado, mas ao te ver em vivo e espantoso sol, não contive o grito de alegria. Sim, tu ousaste, quando já havíamos perdido a esperança. Final de outubro, três anos sobre o duro solo, pouco sol, escavações caninas ao redor, a obra que se estende infinita, sem contar osContinuar lendo “Amarelo”

Quando crescer quero ser colibri

Arlete Mendes- Colibri faceiro beijou quase todas as roxinhas flores do jacarandá, pequenos sinos a badalar sobre o azul imenso daquela manhã, a pequena vibrando com a chegada inesperada, presencia a queda, lá do alto, de um dos sinos mais vistosos. — E agora, mãe, o beija-flor matou a flor, não é que não podeContinuar lendo “Quando crescer quero ser colibri”