Quando crescer quero ser colibri

Arlete Mendes- Colibri faceiro beijou quase todas as roxinhas flores do jacarandá, pequenos sinos a badalar sobre o azul imenso daquela manhã, a pequena vibrando com a chegada inesperada, presencia a queda, lá do alto, de um dos sinos mais vistosos. — E agora, mãe, o beija-flor matou a flor, não é que não podeContinuar lendo “Quando crescer quero ser colibri”