E os assassinos caminham livremente!

por Ana Karina Manson E hoje? Será quem? Um conhecido, um familiar, um famoso, um amigo do amigo de infância? Todos os dias o relógio desperta e um anúncio se aproxima… Eu sei: a qualquer dia, a qualquer hora vai doer em lugares inimagináveis. Saudades se acumulam e não há solução, remédio, vacina. Dói aContinuar lendo “E os assassinos caminham livremente!”

AGORA

por Ana Karina Manson Exijo agora e decreto Meu abraço de volta Meu amigo aqui perto Mão com mão Ninguém solta Está determinado Qualquer beijo roubado Será livre, será cura E o coração apertado Se renderá à loucura. É lei desde agora Que nenhum amor vá embora Que nenhuma dor se demore Fica proibido partirContinuar lendo “AGORA”

Para um novo Brasil

-Mara Esteves Agua de chuva para abençoar um Brasil de todes, mátria amada, colo de mãe que acolhe os Brasis, em descanso protegido, e não mortos pelos fuzis empunhados pelo Estado, carregados de munição ou omissão, estratégias para um mesmo objetivo: matar suas gentes diversas. E a elite brasileira, essa pequena nefasta, composta por poucosContinuar lendo “Para um novo Brasil”

Hoje é dia de maldade ou Até que a morte os separe

Carolina Tomoi- Eram duas pessoas ruins. Estavam bem disfarçados como um casal pacato e receptivo a vizinhos, parentes e amigos da vida toda. Mas quem os observasse de perto, notaria as grandes crueldades que habitavam aquelas mentes ardilosas. Tinham um tipo de pacto silencioso que escondia aquele segredo até deles mesmos. Sabiam como eram tratadasContinuar lendo “Hoje é dia de maldade ou Até que a morte os separe”

Quando crescer quero ser colibri

Arlete Mendes- Colibri faceiro beijou quase todas as roxinhas flores do jacarandá, pequenos sinos a badalar sobre o azul imenso daquela manhã, a pequena vibrando com a chegada inesperada, presencia a queda, lá do alto, de um dos sinos mais vistosos. — E agora, mãe, o beija-flor matou a flor, não é que não podeContinuar lendo “Quando crescer quero ser colibri”