A tristeza que urge

Jesuana Sampaio – Tem dias que a tristeza ganha nome, sobrenome e paradeiro. Eu estava triste. Queria um abraço de mainha ou ouvir ecoar seu sorriso. Queria pedir perdão por ter caído no conto do vigário de sonhar ser artista na cidade armada de concreto que dispara léguas e penas de morte. “O concreto urge”,Continuar lendo “A tristeza que urge”