Eu menina

Celane Tomaz – Quando bem menina pensava que tudo era enorme, quase sem medida e infinitamente maior do que a mim. A extensão da rua, os portões das casas, a cabeça das pessoas adultas, o alcance do céu. Tudo era imenso e eu sempre tão inclinada e tão fragilmente curiosa, mas não da altura dosContinuar lendo “Eu menina”