Mãe-da-rua

Arlete Mendes- O range-range a afinar os punhos da rede compete com o  firimfim da Cruviana*. O chiado das alparcatas no compasso ralentado de Dona Neném. O rezo orquestrado nos galhos da arruda cosquenta de Dona Sinhá. -Xiu, num ria, sua buliçosa, se aquiete! O canto vocalizado entre voo e pouso de quem nunca deixouContinuar lendo “Mãe-da-rua”

Cabeça, olhos, joelho e pé…

Carolina Tomoi – Aquele quintal era tão grande, tão grande que uma vez desci rolando umas sete exageradas vezes, para pessoa que não contava mais que os dedos de uma mão. Parei de encontro ao muro, ainda bem que o freio foram as costas mesmo que o mundo teimasse em continuar a girar. Lá estatelada,Continuar lendo “Cabeça, olhos, joelho e pé…”