a sós

por Celane Tomaz lembro-medas tantas que eu era, enquanto transito entre as outras e tateio seus mundos.mesmo assim, estou a sós. da minha noite, mesmo nos escuros do dia, adentro a luz que me devolve a mim, a luz que me gera, a luz que me lembra que estou viva.dou a mim da minha própriaContinuar lendo “a sós”

devaneios

Carolina Tomoi – cheirinho de bacon pela casa, bacon e alho. gargalhadinhas agudas de um cômodo quentinho. de outro quarto o silêncio. a solidão das interações sociais virtuais. de minha biblioteca ouço a jogatina pretensa aula de química. da sala-solidão, Maria Betânia grita junto a mim ao fogão. devaneio. “A liberdade está na dorrrrrr.” semContinuar lendo “devaneios”