Alma Terra

Por Jesuana Sampaio

Tua morte noticiada

é mais uma morte dentro.

O fim é simbólico

veio com os sonhos de artemísia.

Morre, meu bem,

morre dentro de mim

e renasce

como cão fiel,

amigo incondicional.

Renasce,

quando muda teu nome e teu sentido

e tudo agora é hoje,

brotando do sagrado desconhecido

da força que vem do astral.

Não te preocupas demasiado comigo, meu bem!
Mesmo quando mal, eu luto!
Não te amar mais abre espaço para amar um futuro.

Quanto a mim, recomeço todas as manhãs,
jardineira fiel da minha alma terra.

Ouça Alma Terra na voz da autora e com música de Alceu Valença (na primeira manhã):

6 comentários em “Alma Terra

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