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não moro?

Juliana da Paz- Namorar…Morar na…Na cama do outro,no coração, na vida…Pousar na alma,Esgueirar-se na pele,afogar-se em salivaMergulhando no cheiroDo pé do ouvido…Duvido!Que sendo assim,tu não queiras na-morarCOMIGO! Ouça Namorar na voz de Arlete Mendes:

O inferno das mulheres são os homens

Por Jesuana Sampaio Tem dias que nem escrever alivia o peso do mundo. Não há palavra que caiba o absurdo. Não há verso que elabore a violência, o medo dos homens, a dor de atitudes preconceituosas, transfóbicas, homofóbicas, a agressão contra mulheres. É como se fosse a miséria da palavra, o vazio incapacitado transbordante. TemContinuar lendo “O inferno das mulheres são os homens”

Seus olhos

por Ana Karina Manson Seus olhos ainda me veem mesmo de longe, Trocamos olhares pelas telas estáticas E seus olhos me passeiam, Como antes, Pelo meu corpo enluarado Pelas minhas curvas em que deslizou suas mãos, Tantas vezes, Únicas. Seus olhos ainda me invadem Como se pudesse descobrir o meu segredo Que ainda nem conheço.Continuar lendo “Seus olhos”

laço infinito

Carolina Tomoi – Seu rosto já não demonstrava o que sentia, não mais espelho de sua alma, como diriam antigamente. Na verdade talvez ainda o fosse e já não sentisse realmente nada. “Bom dia! são exatamente sete horas do dia vinte e sete de maio de dois mil e vinte um. O dia está ensolarado,Continuar lendo “laço infinito”

Ser mais

-Mara Esteves 100 anos soletradosDI-TA-DU-RAmemória1968 formasde distorcer a história 40 horas de Angicosinjustamente interrompidasatacadoe suas, tão nossas,pedagogias da libertação. os educadores, os livrosas bibliotecaschão que soletraEN-XA-DAarrancada de suas mãos O letramento da fomeé a correia do cão.

Emprestem-me um coração labareda

Por Jesuana Sampaio Alguém me empresta um coração? O meu, tá cansado. Talvez, só por hoje, por ontem.  Emprestem-me para o amanhã,  Para os sonhos meus, tão nossos. Emprestem-me um coração cheio de vigor juvenil, de esperança.  O meu tá um tantinho assim cansado.  Talvez do hoje, talvez incrédulo, talvez. Emprestem-me um coração labareda,  motim,Continuar lendo “Emprestem-me um coração labareda”

Maioridade Materna

Carolina Tomoi – Às de colo vazio, latente Aos que perderam o colo. Creio num momento no corpo da mulher que uma voz tão intensa fala tão alto uníssono a cada célula de seu corpo que é difícil resistir. A maioria não resiste. Algumas nem tomam ciência que seja possível desistir, deixam o corpo asContinuar lendo “Maioridade Materna”

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